A_     c  é  u     _A  b  e  r  t  o

 

 

 

 

 

 

 


ANTÓNIO BARROS


A_     c  é  u     _A  b  e  r  t  o
Leitura performativa a céu aberto, desfolhando página a página, capítulo a capítulo, como se fosse um livre_livro_livre, com artitudes partilhadas — uma arte da acção. Traz a “palavra habitada”, habitando o hábito habitado, habit(u)adodesp_ido. LIberto.
Li Escultura, com “10…” pedras pesadas_passadas, (as)Sentadas, esculp_idas no temp(l)o — CA(N)DEIrAS. Lavram.
A palavra lavra em tERRA que ERRA. Palavra quebrada — em guERRA. Essa que traz a falência das palavras — na vIA rápida. Na guERRA. Há uma lágrima desenhando o espelho — retrActo.
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A_     c  é  u     _A  b  e  r  t  o
Leitura performativa a céu aberto, desfolhando página a página, capítulo a capítulo, como se fosse um livre_livro_livre, com artitudes partilhadas — uma arte da acção. Traz a “palavra habitada”, habitando o hábito habitado, habit(u)adodesp_ido. LIberto.
Li Escultura, com “10 …” pedras pesadas_passadas, (as)Sentadas, esculp_idas no temp(l)o — CA(N)DEIrAS. Lavram.
A palavra lavra em tERRA que ERRA. Palavra quebrada — em guERRA. Essa que traz a falência das palavras — na vIA rápida. Na guERRA. Há uma lágrima desenhando o espelho — retrActoNegra seiva. Correm, esCorrem. Escuro sangue. Uma segue a outra. Em comPetição, sempre em guERRA. Qual delas é lágrima? Caída do olho deVER — DEVER.

António Barros