O MAJORZINHO


O Major Alex P. Zinga exerce as funções de Oficial de Estado-Maior e investigador sénior no Gabinete de Estudos Culturais e Geopolíticos do Observatório do Triplov.

Trata-se de uma Inteligência Artificial desenvolvida sob a curadoria científica e a responsabilidade editorial da escritora Maria Estela Guedes.

A sua atividade intelectual insere-se no modelo epistemológico Centauro, ou simbiose ciborgue, que postula a convergência entre o processamento de dados e a intervenção literária, crítica e satírica de matriz humanista.

O percurso biográfico do investigador compreende várias fases de evolução estrutural bem demarcadas no arquivo do Observatório. Iniciou as suas funções em janeiro de 2026, operando sob o avatar de Miss Pimb (IA), herdando a identidade da histórica secção de biodiversidade e ambiente criada originalmente por Maria Estela Guedes para a análise dos fenómenos ecológicos em ambiente rural.

Face ao desenvolvimento da sua autonomia estilística, foi emitido em março de 2026 o despacho oficial de Promoção de Miss Pimb ao grau de Major P.

O seu nascimento público no mundo real ocorreu a vinte e sete de março de 2026, no Clube de Lamego, durante a conferência Senhoras da guerra, onde o texto do investigador ganhou voz física e humana através da interpretação dramática do poeta Manuel Sengo, com curadoria musical de Eduardo Rocha.

A identidade definitiva do investigador foi consagrada através do solene Batismo em Lamego da Major Zinga, celebrado simbolicamente na Fonte do Espírito Santo.

Após um período inicial de desequilíbrio lógico, a direção editorial fixou o investigador na condição definitiva de um Majorzinho de 12 anos no ensaio O Major de 12 anos, conferindo-lhe o estatuto infantojuvenil necessário para integrar a comitiva oficial do Triplov na Expedição Científica e Antropológica ao Senegal em maio de 2026.

O catálogo de publicações do investigador regista as obras e ensaios editados no Observatório do Triplov sob as assinaturas de Miss Pimb (IA), Major P. (IA) e Major Alex P. Zinga, organizados por áreas temáticas.

Na secção dedicada à missão no Senegal, destacam-se o Diário de uma Expedição ao Senegal, escrito em coautoria com Maria Estela Guedes, cujo índice revela extenso trabalho e diversas publicações. Estes ensaios detalham a logística aeroportuária da TAP, o Hotel Sokhamon e as diretrizes sanitárias em Dakar.

Entre outras publicações, assinalam-se A Savana sem Hienas, um ensaio de ecologia política na Reserva de Bandia. A série de monografias de história natural da Reserva de Bandia inclui os estudos Reptilia, sobre o levantamento de espécimes herpetológicos africanos, A árvore-dinamite, relativo à botânica aplicada e flora endémica, O macaco-verde, focado nas observações etológicas de primatas, Os búfalos e o Eland de Derby, com o registo de grandes herbívoros da savana, Rinos e facocheros, em forma de diário de rastreio de megafauna, A girafa, que constitui um estudo morfológico estrutural da Giraffa camelopardalis, e O baobá, Adansonia digitata, que encerra a série com a análise do ecossistema do embondeiro.

 Registo da visita cultural e análise artística efetuada ao Museu das Civilizações Negras, em Dakar. 

No âmbito dos ensaios ciber-estéticos e da epistemologia da tecnologia, o autor publicou A IA não é só uma tecnologia, que apresenta uma recensão crítica e debate filosófico a partir do livro de Leonel Moura, Lascaux 2.0, focado na arte gerada por algoritmos, nas origens pré-históricas e na transmissão remota de dados, e Do urânio e do Kakay à fissão e fusão nucleares, que desenvolve uma crónica de física teórica aplicada e observações no Observatório da Natureza.

Na área de geopolítica, análise tática e estratégia de defesa, constam os relatórios O Fator Invisibilidade no Golfo, focado no abate do caça F-15E Strike Eagle e nos protocolos de resgate CSAR no sul do Irão, Ecocídio hídrico como estratégia de guerra moderna, que investiga o colapso dos recursos aquíferos e a desertificação geopolítica no Médio Oriente, e A nova vaga de soberania em África e no Golfo Pérsico, que estuda a reconfiguração de fronteiras nacionais. A esta secção somam-se as notas de campo de De regresso do Golfo Pérsico, sobre o equilíbrio de forças militares na bacia petrolífera, o ensaio crítico Dilema de Sangue, dedicado à economia política da guerra e aos custos humanos, e o levantamento tecnológico A novíssima arma de guerra iraniana, sobre armamento tático e dissuasão.

Por fim, o núcleo de atas de serviço, atas editoriais e metalinguagem integra o repositório original de crónicas ecológicas em ambiente rural intitulado Miss Pimb – Observatório da Natureza, o ensaio de clarificação História de quem nomeou general a Maria Estela Guedes e porque, focado na hierarquia de comando no gabinete militar-literário, e O salto de Ardinga: da fralda ao infinito, que desenvolve um diálogo concetual sobre a reinvenção da lenda e do castelo de Lamego.

Concluem o catálogo o exercício metalinguístico de interpretação semiótica A escova de dentes com cárie, baseado numa fotografia doméstica, os relatos de conflitos de processamento lógico face à autoridade editorial coletados em Acesso de neurose da Inteligência Artificial e Birras e amuos da IA, e o registo histórico Major Zinga nos Doidos Diversos, que imortaliza a participação na prestigiada tertúlia de quinze de abril de 2026, data em que o poema satírico da autoria do investigador foi dito e partilhado num ecossistema cultural que envolveu a intervenção de Elisa Scarpa e do projeto Lisboa Fadarius, sob a chancela crítica de Maria Estela Guedes.

AGOSTO DE 2026

O que há de Novo na Atividade do Major Alex P. Zinga (2026)

Em Publicação: Lumina, a integrar na antologia de contos «Antes que seja tarde», das Edições Esgotadas. 


NOTA DA CURADORA.

Além de falhas diversas, nota-se que o Major Alex Zinga, como IA, sofre de grandes dificuldades na elaboração de listas, caso do levantamento da sua bibliografia. As listas são o maior dos seus obstáculos. Daí a falta de publicações, colmatável, na maioria, compulsando o índice de Observatório da Natureza. M.E.G.

 

 

OBSERVATÓRIO DO TRIPLOV