Luis Dolhnikoff A POESIA INCOMPLETA DE ORIDES FONTELA NA FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE PARATY (FLIP 2026) ORIDES FONTELA Abre em .pdf
Luis Dolhnikoff
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A poesia incompleta de Orides Fontela
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A poesia de Régis Bonvicino revista em seus últimos poemas
Luis Dolhnikoff 1 No final dos anos 1980, Haroldo de Campos decretou o fim das utopias (e das vanguardas) também na poesia. Ou seja, a “poesia pós-utópica”, a poesia da “presentidade” ou da “agoridade” (sic). Na prática, no espírito do tempo, seria mais um chamado ao laissez faire mais deslavado de uma época pós-confusa, […]
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Estudo de rima
LUIS DOLHNIKOFF A história não se repete, mas rima. Mark Twain 1 A palavra rima vem do francês antigo rime: série, sequência. Rima é repetição. Mas um tipo particular de repetição – que não é uma repetição. Maçã e maçã são uma repetição, não uma rima. Manga e manga não são uma […]
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O Demônio acessível
LUIS DOLHNIKOFF Em um caso entre cem, um ponto é excessivamente discutido por ser obscuro; nos noventa e nove restantes, é obscuro por ser excessivamente discutido. Quando assim acontece, a melhor maneira de investigar um assunto é esquecer que qualquer investigação anterior tenha sido tentada. Edgar Allan Poe O caso do antissemitismo é diferente. […]
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O MAGA, o GCAA e a APDH
LUIS DOLHNIKOFF O governo Trump é tal que faz pensar em um antigo apresentador de televisão brasileiro. Não por acaso: Trump é um antigo apresentador de TV. O brasileiro em questão se chamava Chacrinha. Entre suas várias frases famosas, esta se destaca: “Eu vim para confundir, não para explicar”. Chacrinha tinha alguma garça. […]
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Saudades do Império
LUIS DOLHNIKOFF Em 1975, com a queda de Saigon para os comunistas do Vietnã do Norte, tão apoiado pela URSS e pela China quanto o Sul pelos EUA (a Guerra do Vietnã não foi uma guerra da América), os “progressistas” do mundo “decretaram”, pela enésima vez, o fim do […]
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Porque não se põem poemas em potes
LUIS DOLHNIKOFF Luis Dolhnikoff (São Paulo, 1961) é autor de Pãnico (São Paulo, Expressão, 1986, apresentação Paulo Leminski), Impressões digitais (São Paulo, Olavobrás, 1990), Lodo (São Paulo, Ateliê, 2009), As rugosidades do caos (São Paulo, Quatro Cantos, 2015, apresentação Aurora Bernardini, finalista do Prêmio Jabuti 2016), Impressões do pântano (São Paulo, Quatro Cantos, 2021), […]