PAULO JORGE BRITO E ABREU MARÍA ÁNGELES PÉREZ LÓPEZ, ENTRE A LUZ E A LIRA «Sou mais Eu quando Tu és a síntese de Nós.» João Belo ( dedico o meu labor à Paz planetária ) ( e dedico este Ensaio, de feito, a Figueres, a terra natal de Salvador Dalí ) I, […]
Paulo Brito e Abreu
Paulo Jorge Cardoso de Oliveira Brito e Abreu, que usa, actualmente, o nome literário de Paulo Jorge Brito e Abreu, foi nado em Lisboa, numa família tradicional, a 27/ 05/ 1960. Ex-aluno do Colégio Militar, licenciou-se, em 1986, em Estudos Anglo-Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa. Tem sido Poeta, Ensaísta, Escritor, Pensador e Artista Plástico, ele dedica-se, também, ao culto Esoterismo. Entre os seus livros mais conhecidos, destacam-se, destarte, os seguintes: «CÂNTICO JOVEM PARA A TUA REBELIÃO», de 1984, «O BAFO DO DRAGÃO», de 1987, «A MINHA TROPA FORAM OS ‘ROLLING STONES’», de 1989, «AGRICULTURA CELESTE», de 1992, «LOAS À LUA», de 1996, «O LIVRE E A LAVRA», de 1999, «IGNOTA FAUNA», de 2005 e, em co-autoria com Filipe de Fiúza, «LIBER MUNDI», do ano 2016. Leitor de Éliphas Levi, Max Heindel e António Maria Lisboa, a sua obra reata relações com o pensamento mágico. Em 1999, por o seu labor de Crítico literário, é nomeado Sócio Correspondente da Academia Carioca de Letras; no ano 2000, recebe a Medalha Peregrino Júnior da União Brasileira de Escritores – e no ano 2006, por o seu contributo para a Cultura Portuguesa, ele recebe, dessarte, uma insígnia, da Escola Secundária D. Diniz.
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María Ángeles Pérez López
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MARÍA ÁNGELES PÉREZ LÓPEZ, UMA ANGÉLICA JORNADA
PAULO JORGE BRITO E ABREU «Sou mais Eu quando Tu és a síntese de Nós.» João Belo ( dedico o meu labor à Paz planetária ) ( e dedico este Ensaio, de feito, a Figueres, a terra natal de Salvador Dalí ) I, LIMIAR A tese e a estesia, autêntica Poesia […]
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Instauratio Magna
PAULO JORGE BRITO E ABREU Instauratio Magna PROPEDÊUTICA A «O ETERNO RETORNO, A JORNADA DO LOUCO», POR PAUL AKH «In Memoriam», caroal, de José Augusto Marques Pinheiro «O inconsciente é estruturado como um teatro.» Antonio Quinet (dedico o meu labor à Paz planetária ) Paz e Bem para todo o ser […]
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Narciso
PAULO BRITO E ABREU Leitura de Narciso, de João Belo
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João da Chela
PAULO JORGE BRITO E ABREU JOÃO DA CHELA CHAMADO POR CARLOS D’ABREU «Os livros tornam livre quem os quer.» Vicente Espinel ( à Cultura Angolana dos séculos XX e XXI ) INTRÓITO Angola é da escola. A escola é o escopo. A Língua, do «Logos», é aquilo que liga. E Carlos d’Abreu ( […]
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Amanda Eznab
PAULO JORGE BRITO E ABREU AMANDA EZNAB: O PALÁDIO, A PALAVRA E «A PLACENTA DO MUNDO» «Sou mais Eu quando Tu és a síntese de Nós.» João Belo ( dedico o meu labor à Paz planetária ) A língua é que liga, e é colega, deveras, a língua que […]
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Alembrando, adrede, Adília Lopes
PAULO JORGE BRITO E ABREU ( invoco, para a Musa, o 6 de Paus ) I Minha Musa em Ti se mira Em galar e em galopes. Se meu Espírito se inspira E a verdade é qual mentira, Doo meu canto à Adília Lopes. Poeta-Amor, Tu foste farta […]
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Armando Silles McLaney
PAULO JORGE BRITO E ABREU ARMANDO SILLES MCLANEY: A LUZ E A ESPERA DO ESPÍRITO-ESPERANTO «A vida e os sonhos são folhas de um único livro.» Arthur Schopenhauer ( dedico o meu labor à Paz planetária ) LIMIAR Hossana, «Maran Atha», corações ao alto: ninguém pode ter a pátria […]
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Breve escólio de autognose
PAULO JORGE BRITO E ABREU «As palavras não caem no vácuo.» Zohar I A maior Revolução é tirar Cristo da cruz. A Revolução não se faz com as armas, ela faz-se, sim e sempre, com o poder do Amor. Com o poder do Amor e não, como queria Nietzsche, com o amor do poder: […]
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A jornada do louco, uma arte régia
PAULO JORGE BRITO E ABREU «O inconsciente é estruturado como um teatro.» Antonio Quinet ( dedico o meu labor à Paz planetária ) Paz e Bem para todo o ser vivo. No terceiro livro de «Psicologia», menta, deste modo, o Estagirita (Estagira, 384 a. C. – Atenas, 322 […]