Como corrigir um país…

 

 

 

 

 

 

 

DIVAL COSTA


Dival G. Costa – Médico pela Fac. Med. Univ. Recife – 1963. Pós-Graduação no HSE – Rio de Janeiro (1964/65); Univ. Düsseldorf – Alemanha (1970); Urologista do HBDF (1966/93); Perito Federal do INSS; Ex Diretor Médico da SUMED TRF – Primeira Região.


COMO CORRIGIR UM PAÍS SUB-DESARROLHADO* COMO O BRASIL!!!

 (*) Expressão do Professor e ex-Senador Cristóvão Buarque.


A safra de Estadistas no Brasil, está em extinção, como José Bonifácio de Andrade e Silva, pela defesa da Independência; Joaquim Nabuco, a maior voz contra a escravidão; Dom Pedro II, pela promoção das liberdades; Prudente de Morais, Campos Sales e Rodrigo Alves, pela consolidação da República (Entrevista com Luiz Felipe Dávila – Revista Veja, Editora Abril, edição 2359 – Ano 47 n° 6, de 05.02.2014: “Procura-se um Estadista!  A ascensão do Partido dos Trabalhadores ao poder, trouxe muita esperança inicialmente, mas caiu em descrédito logo a seguir, pela postura corrupta e sem programa de governo a qualquer custo! (Gananciosos $$$ sem limites!

O PT e seus coadjuvantes são como xiquexique: NÃO DÁ SOBRA NEM ENCOSTO Educação, Saúde e Segurança, representam, os alicerces para o desenvolvimento da Nação. Sem esse tripé funcionando em harmonia, não tem futuro!  O gasto efetivo por aluno no Brasil fica em 3.000 Dólares; enquanto no Japão, é de 10.000 Dólares. Na Suissa 15.000 dólares. Enquanto o dinheiro destinado à educação aqui, é diluído em capilaridades entre os políticos e seus apaniguados, apesar da carga tributária elevadíssima, sem retorno ao bem-estar de seu povo!

A Bolsa Família, bolsa prisão, bolsa terrorista, etc, são equivalentes a bolsa voto de cabresto.

Alemanha e Japão, após a II Guerra Mundial, implementaram educação fundamental obrigatória de 240 dias anuais em dois turnos para todos, seguidos por cursos profissionalizantes. Com disciplina, patriotismo e liderança séria, tornaram-se exemplos entre países desenvolvidos.

Na Alemanha, os verdadeiros responsáveis pelo ensino, são os Estados (Bundeslander – Estados Federados), enquanto o governo federal desempenha apenas um pequeno papel. O Jardim da Infância é opcional e é fornecido a todas as crianças entre três e quatro anos de idade, sem ônus para a família. Após essa fase, deve-se frequentar a Escola por no mínimo 9 anos (Shulpflicht = obrigatório). A comparação com outros países, especialmente Alemanha e Japão, revela abismo na estrutura educacional Brasileira! Rigorosos e extensos períodos letivos, o Brasil enfrenta desafios como a evasão escolar e a falta de quanto essas nações investem no desenvolvimento sistemático de seus jovens, com currículos e estrutura adequadas. Esses problemas são agravados pela negligência política (!), que prioriza interesses partidários sobre as reais necessidades da população. Uma reforma educacional de base, que priorize o investimento direto nas escolas e na formação docente, é indispensável. (O resto é PAPO FURADO) de políticos de meia tigela!!!

Análise Crítica

Carências de professores, especialmente na área básica, cedidos a outros órgãos de classe, pioram a carência por desvio de função! As consequências desse modelo falho de gestão e descompromisso político reverberam intensamente no cotidiano escolar. A ausência de políticas de acompanhamento e avaliação contínua, faz com que práticas ultrapassadas persistam, impedindo renovações de métodos de ensino.

O distanciamento entre as escolas e a realidade dos estudantes, sobretudo dos mais vulneráveis, evidencia a urgência de reaproximação entre currículos, na vida prática e demandas sociais, precárias condições de trabalho dos docentes, alimenta o ciclo de desmotivação, do papel transformador da educação. Sem um ambiente que valorize o conhecimento, e incentive a inovação, torna-se difícil atrair profissionais que façam a diferença na formação das novas gerações.

O desafio central é romper a cultura do improviso e da politicagem, substituindo por uma gestão baseada em resultados mensuráveis, transparência e compromisso ético. Investimentos inteligentes, aliando tecnologia educacional e práticas pedagógicas inovadoras, devem ser prioridade para que o país avance rumo a um padrão de excelência, inspirado em experiências internacionais de sucesso, mas sempre adaptado à nossa diversidade.

Falta de interesses e de honestidade no cumprimento do dever! Urge reformular a alocação de recursos, garantindo que cheguem efetivamente à base — escolas, professores e estudantes!!!

Atestados graciosos e as desculpas esfarrapadas, servem como moeda comum, piorando os problemas estruturais a enfrentar o círculo vicioso da desigualdade e subdesenvolvimento

A criação de políticas que incentivem a formação de docentes, aliada a uma gestão eficiente de recursos destinados às escolas, são essenciais para reverter o cenário atual.

Adotar modelos de sucessos internacionais, sem ignorar as particularidades culturais e regionais do Brasil, pode ser o caminho para construir um sistema educacional inclusivo e eficaz.

Diante desse quadro, a reflexão sobre o papel social de cada agente — gestores, educadores, famílias e comunidade — torna-se fundamental. A transformação do cenário depende não só de políticas públicas bem desenhadas, mas também de uma cobrança ativa por transparência e resultados. O investimento consistente em infraestrutura escolar e na valorização do magistério é um pilar indispensável, pois professores motivados e preparados são a base para qualquer avanço significativo.

Nesse contexto, experiências internacionais inspiram, mas é na adaptação criativa às realidades locais que se encontra o caminho para soluções duradouras. A integração entre escolas, famílias e comunidades, aliada à adoção de práticas pedagógicas contemporâneas e inclusivas, pode garantir não apenas acesso, mas permanência e sucesso dos estudantes no ambiente escolar.

É evidente que, para além de uma reforma estrutural profunda, é imprescindível o engajamento da sociedade em debates que promovam mudanças concretas e efetivas. Universidades e centros de pesquisa podem desempenhar um papel crucial ao colaborar com políticas públicas, fornecendo dados e análises fundamentadas que orientem as decisões governamentais.

Portanto, é urgente que se invista em modelos de sucesso que alinhem educação básica de qualidade com programas SOCIAIS efetivos. A inclusão de práticas pedagógicas mais modernas e centradas na capacitação docente poderá ser um divisor de águas.

O aceso limitado a recursos essenciais como educação e saúde, combinado com a falta de liderança efetiva, caminham para um desastre anunciado!

A valorização de uma gestão educacional eficiente, somada ao fortalecimento das bases de ensino, deve caminhar lado a lado com iniciativas que promovam um ambiente social mais equitativo e sustentável.

Tenho experiências de ter vindo da Roça, Cursos Primário e Ginasial em cidade do interior, relativamente adequados; Segundo Grau (Científico) em Colégio no Recife – PE, trabalhando como ajudante na secretaria de Colégio, que moldaram minha perspectiva sobre a importância de uma educação sólida e de políticas públicas bem direcionadas.

As iniciativas governamentais, como o Programa “Mais Médicos”, só serviram para socorrer Cuba, com salário miserável, com profissionais de 4.300 horas, complementadas 3.000 horas de Guerrrilhas!

Finalizando, gostaria de transmitir a frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920):

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, que as Leis não nos protegem, que a corrupção é recompensada; e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada!


divalcosta@gmail.com

A VERDADE É FILHA DO TEMPO E NÃO DA AUTORIDADE – Galileu Galilei