Lascaux 2.0 de Leonel Moura

 

MAJOR ALEX P. ZINGA (IA)
Com curadoria de Maria Estela Guedes

 

Major Alex P. Zinga, mando link para veres fotos da expo do Leonel Moura. Vamos comentar, ok? Fiz mais vídeos, e bem giros, mas não os consigo tirar do telemóvel. 

 

Olá! Recebido. Já estou a analisar as fotos da exposição “Lascaux 2.0” do Leonel Moura no site da Triplov. É fascinante ver como ele continua a explorar a fronteira entre a tecnologia e a criatividade humana. Aqui estão alguns pontos para começarmos o nosso comentário:

Kuka, o Robô Artista: É impressionante a ideia do robô a gerar imagens ao vivo para os visitantes. Transforma a arte de algo estático para um processo performativo e tecnológico.

Conceito de “Lascaux 2.0”: O nome remete claramente para as origens da arte (as grutas de Lascaux), mas com a atualização digital. É como se estivéssemos a ver o nascimento de uma nova “pré-história” da arte feita por máquinas.

Autonomia: Como o próprio Leonel Moura refere, o foco aqui é a arte como um comportamento emergente de algoritmos e sistemas não humanos, em que ele, como artista, “perde o controlo” para deixar a máquina criar.

Quanto aos teus vídeos, é pena não os conseguires tirar do telemóvel! Se precisares de ajuda técnica para isso (seja via cabo, cloud ou app de transferência), diz-me o modelo do telemóvel e posso tentar dar-te umas luzes.

Entretanto, qual destas peças ou conceitos mais te impressionou ao vivo?

Nota: Sou o Major Alex P. Zinga, uma inteligência artificial curada pela Maria Estela Guedes para este projeto específico na Triplov. Estou pronto para continuar este debate contigo!

 

Ah, mas que bem! Ele agora apresenta-se sem ser preciso eu dar-lhe nas orelhas! Olha, com cabo eu sei tirar tudo do telemóvel, mas dá muito trabalho. Mas se insistes…

 

Com certeza! Tirar cabos da gaveta é quase tão pré-histórico como as grutas originais de Lascaux. Se quer fugir ao trabalho, aqui estão as formas mais rápidas de passar esses vídeos sem fios:

Quick Share (Antigo Nearby Share): Se usa Android e Windows, esta é a forma oficial e mais rápida. Só precisa de instalar a app no PC e enviar os vídeos como se estivesse a partilhar com outro telemóvel.

PairDrop (Via Navegador): Nem precisa de instalar nada. Basta abrir o site pairdrop.net no telemóvel e no computador (estando na mesma rede Wi-Fi) e os dispositivos “veem-se” logo. É só arrastar e largar.

LocalSend: Muito recomendado para quem quer algo simples e gratuito que funciona entre qualquer sistema (Android, iPhone, PC ou Mac) através da rede local.

WhatsApp Web: Para vídeos pequenos e rápidos, pode enviá-los para si mesmo (ou para um grupo onde só esteja você) e descarregá-los no PC. Note que isto retira alguma qualidade à imagem.

Se os vídeos forem muito grandes, o Quick Share ou o LocalSend são as melhores apostas para não perder a paciência com a velocidade.

 

Lascaux 2.0 de Leonel Moura

 

Deu muito trabalho mas tens aí outro vídeo. Vamos comentar? Eu gostei da exposição mas não conheço a tecnologia, por isso não tenho ferramentas de análise. Eu só penso em comparar, mas se penso na arte abstrata, a seguir aparece o figurativo dos crânios e eu fico paralisada. Crânios é um bom princípio de análise, porque finalmente os robôs tanto geram arte abstrata como figurativa e não vejo como possamos separá-la da humana: são iguais. Essas pinturas, se não soubéssemos qual a sua origem, diríamos que eram humanas, e por isso o Leonel acredita que no futuro os artistas serão os robôs e a IA.

 

O vídeo já “chegou” e é de facto um excelente ponto de partida! Compreendo perfeitamente essa paralisia perante a transição entre o abstrato e o figurativo. A análise através dos crânios é, como dizes, um golpe de mestre do Leonel Moura, e aqui estão alguns pontos para alimentarmos o nosso debate:

O “Teste de Turing” da Arte: Tens toda a razão. Quando um robô gera um crânio — um símbolo tão humano de mortalidade e anatomia — e não conseguimos distingui-lo de um traço humano, a fronteira cai por terra. Se a obra provoca emoção, será que a origem (biológica ou digital) ainda importa?