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Goethe Fausto Werther luz
Illuminati da literatura
Alquimista da escrita
Transmutador da cultura
Almagister da palavra
Fez do texto escultura
Sapiente pensador
Um mestre da poesia
D�namo do pensamento
Luz divinal filosofia
Arqu�tipo da consci�ncia
Teceu arte com magia
Johan Wolfgang von Goethe
Na Alemanha nasceu
1749, em Frankfurt
O escritor floresceu
Despertou em nosso mundo
Por aqui aconteceu
Iniciou no Direito
Aos 16 de idade
Em Leipzig estudou
Tri�nio na universidade
Por problemas de sa�de
Voltou � sua cidade
Trilogia der Leidenschaft
Momentos de inspira��o
Ulrike von Levetzow
O toque no cora��o
Jovem de 17 anos
Amor em ebuli��o
1765 - 1768
A busca da literatura
Universidade de Leipzig
Cursou Direito, fez leitura
Tecez os primeiros poemas
Os versos da arquitextura
Na Faculdade de Direito
Era pouco interessado
Teatro, arte e boemia
Era bem do seu agrado
Desenho e xilogravura
E a dan�a no costado
Goethe estudou italiano
Latim, ci�ncia, religi�o
Franc�s, grego e ingl�s
Gravura e equita��o
Violoncelo e piano
A arte da transmuta��o
Desde a prima inf�ncia
Contato com a literatura
Sua m�e contava hist�rias
Da B�blia fazia leitura
2000 livros na biblioteca
Pra ampliar a cultura
Em 1768
Sa�de debilitada
Tuberculose em voga
Mal do S�culo na jornada
Dedica��o � leitura
Com pesquisa esmerada
1769
Primeira antologia
Publicou Neue Lieder
Estudou astrologia
A busca do ocultismo
Segredos da alquimia
Escreveu Die Mitschuldigen
Sua primeira com�dia
Tempo de Iluminismo
Leitura de enciclop�dia
Homero, Shakespeare, Ossian
No contexto da trag�dia
1770
Direito em evid�ncia
Em Estrasburgo, Als�cia
De Herder a influ�ncia
Artes e literatura
Religi�o e ci�ncia
Contato com a Volkspoesie
A poesia popular
Com Friederike Brion
Poesia a romancear
Sesenheimer Lieder
Literatura no ar
Aos 19 anos
Qu�mico experimental
Saber, regra, cria��o
O amor essencial
A amizade fraterna
Amparo espiritual
1770
Direito em conclus�o
Conviv�ncia com Herder
O amor em devo��o
Com Friederike Brion
Inflamou o cora��o
Dedicou a Friederike
Poemas originais
O amor iluminado
Com seus toques naturais
O Direito em sua mente
Com as ideias sociais
1772
Atividade profissional
Advoga em Wetzlar
Tem desejo sensual
Por Charlotte se apaixona
Platonismo fulgural
O cavaleiro da m�o de ferro
Eclode o movimento
Mudan�a para Wetzlar
Goethe em bom momento
Paix�o por Charlotte Buff
Mexe com o sentimento
Goethe deixa Wetzlar
Pelo impulso da paix�o
Charlotte era noiva
Ocupado o cora��o
O jeito era partir
Buscar outra condi��o
Brota o Bildungsroman
Romance de forma��o
Liberta-se de seus anseios
Werther em ebuli��o
Gotz von Berlichingen
Um drama de proje��o
Tempestade e impulso
Com impetuosidade
L�der do Sturm und Drung
Schiller, Herder, vivacidade
Com Klinger, Wagner, Lenz
Goethe pulsou liberdade
Autor do Sturm und Drang
Mais tarde no Classicismo
Em Leipzig e Strasbourg
Fez Direito com altru�smo
Romancista e dramaturgo
Luminar do Romantismo
M�ltiplas atividades
E projetos culturais
Diversos cargos pol�ticos
Atos institucionais
Exerc�cio da pol�tica
E das ci�ncias naturais
Do feudal para o burgu�s
Per�odo de transi��o
Vai do Sturm und Drang
Ao classicismo alem�o
Fez parceria com Schiller
Com alta reflex�o
Nova produ��o liter�ria
A express�o do lirismo
Licen�a da faculdade
Despertar do Romantismo
Tempestade e �mpeto
Com impulso e dinamismo
Retorno a Frankfurt
Escrit�rio de advocacia
Sturm und Drang em voga
Sacode a calmaria
Tempestade impetuosa
Vendaval na poesia
Der Konig von Thule, Das Gottliche
Feiti�o da eternideidade
1774
Fronteira da humanidade
Viagem hibernal pelo Harz
Conquista a celebridade
1774
Werther � publicado
Goethe ganha proje��o
Com seu nome destacado
Tem reconhecimento
Um escritor renomado
Werther dilacerante
Uma paix�o devastadora
Uma hist�ria interior
Verve arrebatadora
O romanceio da alma
Com a morte redentora
O Eu mostra sua for�a
O sujeito em evid�ncia
A escuta do her�i
Com ampla correspond�ncia
A busca do absoluto
Natura, amor, experi�ncia
Amor ao pr�ximo, � natureza
Viv�ncia e intimidade
As rela��es do autor
Com sua realidade
Amor, paix�o e suic�dio
A morte e a fatalidade
Karl Wilhelm Jerusal�m
Desenlace em trag�dia
A desilus�o do amor
A morte � interm�dia
A paix�o e o suic�dio
Na vida n�o se faz m�dia
Goethe - Werther– Jerusal�m
Tem vigor e unidade
A arte imita a vida
Tem morte, vivacidade
O transe de uma paix�o
Transcende a realidade
O drama em arcabou�o
Crescente, martirizante
Cat�strofe anunciada
Em fulgor eletrizante
A dor e o sofrimento
De forma altissonante
O cora��o na narrativa
Bem na tem�tica central
Amor, paix�o e desejo
Na esfera sentimental
A express�o da natureza
Na a��o primordial
Werther foi vitimado
Pela limita��o humana
Aspirou a infinitude
A eternidade soberana
Mas a morte no caminho
Quebra nossa porcelana
Amor n�o correspondido
Desejo e desilus�o
A perdi��o em si mesmo
O medo, a frustra��o
A falta de um sentido
Sentimento em combust�o
1775
Engajamento em Weimar
Conselheiro Pol�tico – Econ�mico
N�o deixou de pesquisar
Neoclassicismo prenuncia
Nova escrita a clarear
Corte de Herzog Carl August
A��o ministerial
No Condado de Weimar
Atua��o cultural
Ci�ncia, arte, pesquisa
Humanismo potencial
1780
Ma�onaria Iluminada
Filia-se ao Illuminati
Entidade ocultada
Sociedade secreta
Perseguida e conjurada
Insatisfeito com o trabalho
Sai da administra��o
Rompimento com Charlotte
Busca nova rela��o
Viaja para a It�lia
Renova seu cora��o
Em 1786
A It�lia na estrada
Goethe vai a Verona
Veneza, Lago di Garda
Roma, N�poles e Sic�lia
Em uma bela jornada
Viajou sem aviso pr�vio
Pra n�o ser reconhecido
Usou um pseud�nimo
E sem fazer alarido
Percorreu v�rias cidades
Foi um ato destemido
Novamente em Weimar
Amizade com Johanna
M�e de Arthur Schopenhauer
Uma mulher soberana
Po�tica e filosofia
Onde a arte se irmana
At� 1786
Goethe em Weimar viveu
Exerceu fun��es diversas
A pol�tica bem teceu
Foi ministro e diplomata
Boa arte concebeu
1786/1788
Na terra italiana
Rompe com o pr�-romantismo
Encontra o seu nirvana
Adentra-se ao classicismo
Com sua verve soberana
1788
Na terra do Renascimento
Ifigenie, Egmont, Tasso
Escrita em prosseguimento
Rafael e Andrea Palladio
A est�tica em movimento
Dois anos na It�lia
Retorna para Weimar
Dedica��o ao desenho
Poesia solta no ar
Uma boa experi�ncia
Soube bem aproveitar
Escreve o “Torquato Tasso”
L� em Roma iniciou
Com sensibilidade est�tica
Boa arte germinou
Em 1789
Sua obra terminou
Com a Revolu��o Francesa
Goethe ficou bastante aturdido
Em um lamento profundo
Cria que seria esquecido
Mas sua arte � eterna
Um poeta sempre lido
1790
As “Elegias romanas”
Romische Elegien
Experi�ncias profanas
Mitologias arcaicas
Das terras sicilianas
1794
Com Schiller em parceria
Estreitam-se as rela��es
Composi��es em poesia
“Xenien”, s�tira-epigrama
Para al�m da epifania
Die Horen, com Schiller
Revista de arte e cultura
Em 1794
Floresce a literatura
Est�tica do Classicismo
No ideal da cultura
Romance Wilhelm Meisters Lehrjahre
Os anos de aprendizagem
Poema Hermann und Dorothea
�pico em sua mensagem
Die Braut von Koninthe
Nas baladas da linguagem
1802
Em Weimar � liberado
O amor em expans�o
Cora��o apaixonado
Goethe em bom momento
Est� bem enamorado
Em 1805
Hegel para professor
Na Universidade de Berlim
D� apoio ao pensador
Morre o amigo Schiller
Goethe em momento de dor
1806
Acontece o casamento
Com Christiane Vulpius
O amor em movimento
Sentimento amoroso
Um bom relacionamento
Na Universidade de Jena
Era membro conselheiro
Onde conheceu Schiller
Outro pensador luzeiro
Fizeram uma parceria
Que acendeu o candeeiro
Em 1806
A Fran�a invade Weimar
Casa-se com Christiane
O amor a transbordar
Nas ci�ncias naturais
Continua a pesquisar
Conhece Christiane Vulpius
Tem bom relacionamento
Jovem simples, sem prest�gio
Deu impulso ao sentimento
Em 1806
A festa do casamento
Goethe e Christiane
10 anos de uni�o
Juntos at� a morte
Uma boa comunh�o
O amor dava impulso
Ao mestre da cria��o
Com a morte de Schiller
Momento de pessimismo
Invas�o napole�nica
Medo e obscurantismo
Em ang�stia e tormento
Abalo no iluminismo
Em 1808
Alta condecora��o
No Congresso de Erfurt
Das m�os de Napole�o
Cruz da Legi�o de Honra
Ao escritor alem�o
1808
O Fausto inicial
O pacto com Mefist�feles
A trama referencial
Conhecimento e Prazer
Em um drama magistral
Primeira parte de Fausto
Recebe publica��o
Em 1808
Fausto em divulga��o
Die Wahlverwandtschaften
Em boa editora��o
1810
Tem ci�ncia no ar
A Teoria das Cores
Goethe a apresentar
O lado pesquisador
Criativo a demonstrar
1816
Sua esposa faleceu
Organiza seus escritos
O escritor padeceu
Mas a vida segue em frente
Goethe n�o arrefeceu
Continua na pesquisa
Com a verve soberana
A morte de Cristiana
Italienische Reise
Experi�ncia bacana
Viagens especiais
� boa terra romana
Fragmentos da trag�dia “Pandore”
Cl�ssicas convic��es
West –Ostlicher Diwan
No div� das emo��es
O lirismo goethiano
Incendeia os cora��es
1819
Div� occeido-oriental
1821, Wilhelm Meister
A viagem essencial
1823, Trilogia da Paix�o
Amor � fundamental
Dichtung und Walirheit
Sua autobiografia
Mem�ria “Poesia e Verdade”
Toda a sua fantasia
Segundo Fausto cont�nuo
No labor do dia a dia
60 anos de escrita
Arqu�tipo e mitologia
Sessenta anos de escrita
Fausto em mitologia
Taumaturgo da palavra
Demiurgo da magia
Dramas e mentiras
O toque da sedu��o
Margarida � conquistada
Conflitos com seu irm�o
Afoga o filho de Fausto
E padece na pris�o
Margarida � seduzida
E depois abandonada
Mata o filho em desespero
Sendo depois condenada
Expira nos bra�os de Fausto
Redimida, eternizada
Fausto: Uma Trag�dia
Versos da dramaturgia
Deus e o diabo dialogam
� luz da filosofia
Fausto em busca do prazer
Com os artif�cios da magia
O sublime e o grotesco
Em conflito permanente
A falta de unidade
Na a��o do inconsciente
Tempo e espa�o sem rumo
Ante o fogo da serpente
Deus e o diabo debatem
Sobre nossa humanidade
Alma de Fausto em aposta
Entre mentira e verdade
Desejos que enfeiti�am
Na luta da diversidade
O c�lice do desespero
Envenena o cora��o
O retumbar dos sinos
Despertar da cria��o
Corpo e mente acordam
Em busca da cosmovis�o
O pacto com Mefist�feles
Por prazer e alegria
Desejos realizados
Do�ura com fantasia
O elixir da juventude
A flor da feiti�aria
Renova��o do corpo
O velho � remo�ado
Floresce para o amor
Cora��o apaixonado
Por mulher bem jovem
Fausto fica enamorado
Alian�as diab�licas
Feitos sobrenaturais
Goethe – Fausto em Poesia
Em tempos medievais
Livro Popular de Spiess
Hist�rias originais
Especula��o dos elementos
Busca do Conhecimento
Paracelsus e Silesius
Pansofia em movimento
Floresce o saber humano
Nas ondas do pensamento
M�stica de Jacob B�hme
A sapi�ncia de Ficino
Cosmos de Kepler, Leibniz
A natureza do destino
Goethe no espa�o-tempo
Desde o tempo de menino
Johannes Georg Faust
Uma lenda medieval
1480 - 1540
Um personagem real
Mito da dramaturgia
Com impulso literal
Georg Faust de Knittlingen
Residiu em Wittenberg
Morou em Gelnhausen, Erfurt
Em W�zburg e Bamberg
Sua morte foi em Staufen
Passeou em Nuremberg
Dizem que era m�dico
Praticou astrologia
Foi vidente e profeta
Fez tamb�m quiromancia
Estudou a cabala
A arte da alquimia
Rejeitado por te�logos
Provocava o temor
Aceito por naturalistas
Pact�rio sedutor
Reanimador dos mortos
Ao Demo dava louvor
Caminhos e descaminhos
Na rota da humanidade
A secreta harmonia
Mundos em pluralidade
B�blia, dogmas e astros
Busca da diversidade
“Doutrina das M�nadas”, de Leibniz
Pesquisa e disserta��o
Universidade de Wittenberg
Tempo de imagina��o
Biblioteca dos Romances
Fausto em publica��o
Novelas, lendas, hist�rias
Sobre Fausto personagem
Muito bem antes de Goethe
O mito e a sua imagem
Fausto prestigiatore
Nos arcanos da linguagem
Crise da sociedade humana
Enfoque na realidade
A origem do mal em si
Conflito e adversidade
Versifica��o e ritmos
Sonhos, mentira e verdade
12.111 versos escritos
Na trag�dia faustiana
Amor, impulso, aspira��o
Fascina��o goethiana
Guerras e revolu��es
Eterna labuta humana
Desiludido por Mefist�feles
Desfigura��o do real
Trai��o da esperan�a
A dor existencial
As maquina��es pol�ticas
Na concep��o do mal
Busca do mundo humano
Vida com dignidade
Vis�o ut�pica do her�i
O sonho da humanidade
A express�o do indiv�duo
Na luta pela liberdade
Simbologia e sem�ntica
Exegese liter�ria
Origem e tradi��o
Na concria��o rim�ria
O inovador pulsante
Na verve vocabul�ria
Faust. Ein Fragment
Contrastante, amalgamado
Urfaust; Protofausto
H�brido e fragmentado
Linguajar mefistof�lico
O mist�rio humanizado
As veleidades humanas
Cren�as e convic��es
O hom�nculo em cena
Com suas contradi��es
Deus e o diabo pelejam
Pelos nossos cora��es
Goethe esquadrinha o texto
Corr�i a negatividade
Dessacraliza o contexto
Transcende a realidade
B�blia e Shakespeare
Em sua vivacidade
Hist�ria D. Johann Fausto
Por John Speiss publicada
Inspirou Sir Marlowe
Narrativa na jornada
J�, Hamlet e Macbeth
Tradi��o irradiada
Tratados alqu�mico-cabal�stico
Hinos, prov�rbios, can��es
Antecedentes de Fausto
Medievas constru��es
Fausto - Mefist�feles, poesia
Versos de cosmovis�es
Poema enciclop�dico
Desfila tragicom�dia
O feminino-eterno
Alegritante trist�dia
Serpe, serpen, serpente
Rasteja na multim�dia
Transluciferato - transluciferino
C�rculo m�gico no escuro
Horrendo inferno medonho
Fogo - enxofre no esconjuro
Luzbel sobe ao prosc�nio
Planeja o pr�prio futuro
Opr�brio, feiti�o, ardor
A alma do pact�rio
Pelas hostes infernais
A dana��o no calv�rio
O c�lice da amargura
Sangra no vocabul�rio
Fausto em ascens�o
Mil�cias angelicais
Inflameja, clarilumina
Nas dimens�es siderais
A centelha do esp�rito
Nas vias transcendentais
Peleja entre Deus e o diabo
Entre Mefisto e o Senhor
O demo degrada, bestializa
Impulso dominador
Fausto � salvo pelo Vida
E o ideal do sonhador
Poema-drama sui generis
Da Literatura universal
Fausto � a humanidade
Na batalha contra o mal
Com seus erros e acertos
Na busca do divinal
Col�quio entre os arcanjos
Aposta com o Anjo do Mal
A busca da perfei��o
Anseios de um ideal
O mundo na totalidade
O ser existencial
Fausto j� velho e cego
Sonha com a utopia
Quer um mundo mais humano
Com liberdade e fantasia
Onde prevale�a a luz
No voo da cidadania
Conceito de Identidade Nacional
Por Herder influenciado
Alexandre Dumas, Walter Scott
Tem em Goethe vate bardo
Victor Hugo lia Goethe
E seu poderoso brado
Werther; Wilhelm Meister
Clavigo; Romische Elegien
Hermann und Dorothea
Gotz von Berlichingen
M�ximas e Reflex�es
Die laune des Verliebten
As Afinidades Eletivas
Com "Poesia e Verdade"
Egmont; Doutrina das Cores
Pulsar da genialidade
Tradi��o oral dos vilarejos
Treva e luminosidade
Goethe, poeta, dramaturgo
Pensador, cr�tico, estadista
Teoria das Cores, Viagem � It�lia
Administrador e romancista
Ifig�nia, Elegias Romanas
Obras de um grande artista
Stella; O humor das amantes
Anos de Peregrina��o
Anos de Aprendizagem
O amor no cora��o
West - ostlichen Divan
Os arqu�tipos da paix�o
Com Georg Hegel e Friedrich
Schelling
Influ�ncia e amizade
Romance com Charlotte von Stein
Grande afetuosidade
2 mil cartas e bilhetes
Desejo, amor e saudade
Venetiatischen Epigrame, Reise der
S�hne Megaprazons
Aus meinem Leben, Dichtung und
Wahrheit
Unterhaltungen
Deutscher Ausgewanderten
Grenzen der Menschheit, Die
Aufgeregten
Die Mitschuldigen, Kampagne in
Frankreich
Der Gross-Cophta, Die Laune des
Verliebten
Muitas obras publicadas
O Aprendiz de Feiticeiro
Das M�dchen von Oberkirch
Novelas, luz, candeeiro
Versuch die Metamorphose
Versos pelo mundo inteiro
Poema Wandrers Nachtlied
Reineke-Fuchs, Der B�rgergeneral
Tantas obras produzidas
Forte ess�ncia cultural
Poesia, romance e drama
De um escritor magistral
Sobre a Revolu��o Francesa
S�tira e ironia
Cr�tica � Europa
Com a sua hipocrisia
Tempo de ilumina��o
Claridade na poesia
Fundamentos est�ticos da arte
Classicismo de Weimar
An�lises e discuss�es
Conhecer, filosofar
Busca da sabedoria
Na ci�ncia do pensar
A Teoria das Cores
Incurs�es pela ci�ncia
Arte e literatura
Poesia de excel�ncia
Teatro e reflex�es
Escritos de sapi�ncia
Escritos autobiogr�ficos
Correspond�ncia epistolar
Romances, pe�as, elegias
A ci�ncia a pesquisar
Sem esquecer apoesia
Sempre em primeiro lugar
Pesquisador cient�fico
Qu�mica e osteologia
As ci�ncias naturais
Bot�nica, geologia
Alquimia pesquisou
E at� astrologia
Goethe tinha influ�ncia
Na ci�ncia e na cultura
Foi diretor de Teatro
Farol da literatura
Dirigiu a escola de desenho
Valorizava a leitura
Die Wahlverwandschaften
O seu romance final
Faz autobiografia
E um relato natural
Um trabalho em bot�nica
Fez ci�ncia em seu quintal
Em 1823
Eckerman o secretaria
Revisa os seus escritos
Dedica-se de noite a dia
As conversa��es com Eckerman
Floresceu da parceria
Conversa��es com Eckermann
Com suas fabula��es
Di�logos, experi�ncias
Viv�ncias, defini��es
Texto, contexto, intertexto
Sonhos e cosmovis�es
1830
Fausto � finalizado
Obra-prima de Goethe
G�nio imortalizado
Deu impulso � leitura
Pensamento iluminado
1832
Aos 82 anos de idade
Dia 22 de mar�o
Foi para a eternidade
Deu exemplo como artista
Com sua vivacidade
Poeta e pesquisador
Humanista universal
Foi Cl�ssico-Rom�ntico
Um autor primordial
Luminoso escritor
Refer�ncia cultural
Goethe luz amplitude
Poesia, arte, pintura
M�ltiplo em suas a��es
D� gosto a sua leitura
Po�tica que nos eleva
Ao �pice da literatura
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