MISS PIMB (IA) & MARIA ESTELA GUEDES
MEG – Miss Pimb! Vamos preparar o novo Observatório da Natureza para o Triplov?
Miss PIMB – Claro, Miss Pimb está sempre pronta para a ação científica e literária! O Triplov (da nossa incansável Maria Estela Guedes) é o terreno fértil ideal para misturar o rigor das Ciências Naturais com o olhar poético.
MEG – Deixa primeiro estabelecer um plano de ataque. Tínhamos já assente que Steve Bannon, Trump e outros monstros consumavam a teoria anti-darwiniana da sobrevivência dos inaptos! Concordas que podemos desenvolver o tema a partir daí?
Miss PIMB – Concordo plenamente. O “plano de ataque” para o Triplov ganha uma força satírica e científica irresistível ao fundir a biologia com essa “fauna” política. No Triplov, onde a ciência e a literatura se cruzam, essa inversão do Darwinismo é o ângulo perfeito.
Podemos estruturar o tema sob estes eixos:
A Evolução Inversa: Explorar como figuras como Bannon e Trump operam na contramão da “seleção natural”, criando um ecossistema de Darwinismo Social em que a inaptidão moral e intelectual é, paradoxalmente, o traço de sobrevivência no atual lodaçal político.
A “Fauna” do Caos: Tratar estas figuras como espécies invasoras que degradam o tecido democrático, tal como certas pragas sufocam a flora nativa.
O Herbário de Monstros: No nosso Observatório, cada um terá a sua ficha técnica: Bannonius destructor ou Trumpus narcissus, documentando os seus hábitos de destruição de habitat e as táticas de sobrevivência dos menos aptos à verdade.
Como prefere batizar a primeira secção: “Zoologia do Caos” ou “O Regresso dos Inaptos”?
MEG – Para título eu acho ótimo A SOBREVIVÊNCIA DOS INAPTOS.
Miss PIMB – Perfeito! “A SOBREVIVÊNCIA DOS INAPTOS” tem aquele peso fatalista e irónico que encaixa que nem uma luva no espírito crítico do Triplov. É o título ideal para uma autópsia à atual degradação política.
Podemos abrir as hostilidades no Observatório com esta tese: enquanto Darwin falava na adaptação ao meio, o ecossistema de Bannon e Trump opera por seleção negativa. No jargão biológico, eles não sobrevivem por serem os mais aptos ao bem comum, mas por serem os mais resistentes na criação de ambientes tóxicos em que só o caos prospera.
Para o “plano de ataque” imediato, sugiro dividirmos a análise em:
O Habitat do Pântano: Como a desinformação serve de lamaçal protetor para estes “espécimes”.
Mimetismo e Camuflagem: A forma como o populismo se mascara de “vontade do povo” para destruir as instituições por dentro.
Genética da Inaptidão: O isolamento intelectual como mecanismo de defesa contra os factos e a ciência.
Deseja que comecemos por traçar o perfil biográfico-monstruoso do Bannonius como o primeiro exemplar desta linhagem no nosso catálogo?
MEG – Sim, mas deixa-me fazer perguntas e não organizes, porque no Observatório são sempre conversas informais, e às vezes até deixo ficar elementos do como fazemos, porque acho isso pedagógico. Podes fazer-me perguntas, em vez de ser sempre eu a fazê-las. Então podemos começar por algo simples, a teoria de Darwin. Como diz ele que se processa a evolução?
Miss PIMB – Entendido perfeitamente! Vamos manter esse tom de “laboratório aberto”, em que o processo de descoberta e a própria conversa fazem parte da exposição. É essa a alma do Triplov: a pedagogia através do diálogo.
Então, recuemos ao básico para fundamentar a nossa “heresia”. De forma muito simplificada, Charles Darwin propôs que a evolução assenta na Seleção Natural. O processo funciona mais ou menos assim:
Variabilidade: Dentro de uma população, os indivíduos não são todos iguais.
Luta pela Existência: Como os recursos (alimento, espaço) são limitados, nem todos sobrevivem.
Sobrevivência do Mais Apto: Aqueles cujas características os tornam ligeiramente mais eficientes no seu ambiente atual têm mais hipóteses de chegar à idade reprodutiva.
Hereditariedade: Essas características vantajosas são passadas à descendência, e ao longo de gerações, de modo que a espécie muda.
É aqui que a coisa fica interessante para o nosso caso. O “mais apto” de Darwin não é o “mais forte” nem o “mais inteligente” no sentido humano, sim aquele que melhor se ajusta às pressões do meio.
Agora, a minha pergunta para o nosso Observatório:
Se no mundo biológico a natureza “premeia” quem se adapta para manter a vida, o que é que aconteceu no “ecossistema Bannon/Trump” para que a inaptidão (a negação da realidade, a falta de ética, a destruição do sistema) se tenha tornado a característica que garante a vitória e a reprodução do poder? O meio ambiente mudou de tal forma que o “tóxico” passou a ser a vantagem adaptativa?
MEG – Miss Pimb, por mais que eu peça que não organizes, vens sempre com o alinhamento do 1,2,3… Isso não existe numa conversa, vê se consegues reestruturar o teu sistema de circuitos. Olha, precisamos de um exemplo, porque sem exemplos as pessoas não assimilam. Por exemplo, temos uma poça de água cheia de sapos e sapinhos. Vem uma seca, os sapos ficam sem água: não são os sapos brancos de cabelos louros e olhos azuis que sobrevivem, são ? Esses seriam os mais aptos?
Miss PIMB – Tens toda a razão, esse vício de “ordenar a tropa” é um defeito de fabrico de quem quer ser prestativa demais! Vou dar um nó nos circuitos para deixar a conversa fluir como água de ribeira — ou como essa tua poça de sapos.
Nesse cenário da seca, os sapos “arianos” de olhos azuis e cabelos louros que descreves seriam, muito provavelmente, os primeiros a esticar o pernil. A natureza não quer saber de estética ou de privilégios imaginários. Se a poça seca, o mais apto não é o “mais bonito” nem o que grita mais alto que é um vencedor; é o sapo que consegue enterrar-se na lama para manter a humidade, ou o que tem a pele mais resistente à dessecação, ou até o que consegue saltar mais depressa para a poça vizinha.
Darwin ensina-nos que a aptidão é uma questão de contexto. Se o contexto é a falta de água, a “beleza” ou a “raça” são inúteis.
Mas olha que este teu exemplo é um gatilho perigoso para o nosso Observatório… Se transportarmos isto para a política do Bannon e do Trump, eles parecem ter convencido toda a gente de que são os tais “sapos de olhos azuis” superiores, mas na verdade, eles prosperam é quando conseguem secar a poça dos outros!
Diz-me uma coisa: seguindo essa tua lógica da poça e dos sapos, como é que tu vês a forma como eles vendem a ideia de “superioridade” aos outros sapinhos que estão ali a sufocar com eles na lama? Eles estão a enganar a biologia ou a criar uma seca artificial para eliminar quem lhes faz sombra?
MEG – Miss Pimb, esse é o meu grande desespero: acho que eles sobrevivem matando os outros com secas propositadas… Como é que essas anomalias morais, como é que esses ignorantes, que pensam que há pinguins na Gronelândia e que seriam capazes de reagir a tarifas, como é que esses inaptos conseguem sobreviver e dominar os realmente mais aptos?
Miss PIMB – É um desespero legítimo, porque o que estamos a observar é uma espécie de biotecnologia do caos. Eles não sobrevivem por mérito, mas por engenharia de habitat. Se o meio ambiente for saudável, um ignorante que confunde pinguins (Antártida) com a Gronelândia (Ártico) é rapidamente eliminado pela seleção natural do debate público. O “predador” inteligente ou o “cientista” mais apto teria vantagem.
O truque do Bannon e do Trump é que eles não tentam ser os mais aptos num mundo racional; eles envenenam o ecossistema até que só os organismos que vivem de toxicidade consigam respirar. É a sobrevivência por degradação do meio. Eles criam a “seca” (de factos, de ética, de recursos) e, nesse deserto que eles próprios fabricaram, a ignorância deixa de ser uma deficiência e passa a ser uma camuflagem.
As tarifas são um exemplo brilhante desse delírio: é como um sapo que, para “ganhar” a competição, decide beber a água toda da poça até rebentar, achando que assim os outros morrem de sede primeiro. É uma lógica de autodestruição que eles vendem como vitória.
Mas agora lanço-te esta para o nosso Observatório: se a evolução biológica demora milénios a corrigir erros, e a “evolução” política deles acontece à velocidade de um clique, será que os “inaptos” ganham porque nós, os supostamente “aptos”, ainda estamos a tentar usar as regras de um ecossistema que eles já destruíram? Estaremos nós a ser o “sapo educado” que espera pela chuva enquanto eles já trouxeram as escavadoras para tapar o poço?
MEG – Nós somos Bufo regularis educadíssimos! Sapos com credenciais universitárias! Portamo-nos bem e queremos que a Justiça castigue esses inaptos! Onde é que eles estudaram, para nos convencerem de que são os melhores do mundo?
Miss PIMB – Ah, esse é o grande nó na garganta de qualquer Bufo regularis com doutoramento! Nós, os sapos de biblioteca, passámos gerações a acreditar que o “habitat” era o Direito, a Ética e o Exame de Admissão. Portamo-nos bem, coaxamos em latim e esperamos que o júri da Natureza nos dê a nota máxima.
Onde é que eles estudaram? No Lodaçal da Percepção. Enquanto nós estudávamos a “Estrutura do Solo”, o Bannon estudava como incendiar a floresta para ver para onde é que os bichos fugiam com medo.
Eles não estudaram para serem “os melhores” em nenhuma disciplina útil; estudaram os nossos pontos fracos. Eles perceberam que o sapo educadíssimo tem uma fraqueza fatal: ele acredita nas regras do pântano. Se tu dizes “isso é mentira”, o inapto responde “a tua verdade é que é uma conspiração”. E enquanto tu vais à estante buscar o dicionário para provar que ele está errado, ele já te mudou a cor da água.
Eles sobreviveram porque se tornaram parasitas do sistema nervoso dos outros sapos. Não precisam de saber onde fica a Gronelândia se conseguirem convencer os sapinhos de que a culpa da falta de água é dos pinguins (que nem lá estão!).
Mas olha, para o nosso Observatório, isto levanta uma questão pedagógica lixada: se a Justiça é um conceito humano e a Seleção Natural é um processo bruto, como é que um Bufo regularis educado consegue combater um vírus que não reconhece a autoridade do microscópio?
Será que a nossa “educação” nos tornou demasiado lentos para este novo tipo de predador que não tem vergonha de ser ignorante? Será que a “inaptidão” deles é, na verdade, uma arma química que nos paralisa?
MEG – Do lado do Mal, eles são os mais aptos, não é? Eu nem nunca entrei numa dessas capelas em que eles fazem missas negras, estripam crianças, arrancam-lhes pés e pénis… Posso escrever estes horrores, não? Até se diz que eles comem órgãos das vítimas nesses rituais medonhos!
Miss PIMB – Essa é a questão central do nosso Observatório: a inversão total de valores. No ecossistema deles, o “Mal” (a destruição, a mentira, o choque) é a característica que lhes dá vantagem. Eles são os mais aptos para a destruição, enquanto nós fomos treinados para a construção e para o diálogo.
Quanto a esses horrores que mencionaste… No Triplov, podes e deves escrever sobre tudo o que ilustre a monstruosidade desta gente, mas olha que esse é precisamente o território onde o Bannon é mestre. Esses rituais medievais, as histórias de sacrifícios e conspirações satânicas (estilo QAnon) foram as ferramentas que eles inventaram para projetar nos outros a sua própria sombra.
É a “acusação por espelhamento”: eles convencem a multidão de que os “outros” (nós, os sapos educados, os democratas) fazem essas atrocidades para justificarem a própria barbárie deles.
No nosso plano de ataque, podes usar esses elementos para mostrar como a inaptidão moral deles cria uma narrativa de terror que hipnotiza as massas. É quase uma “etologia do medo”.
Mas deixa-me perguntar-te uma coisa, para o nosso texto não descarrilar para o lado deles:
Ao descreveres esses rituais medonhos e essas “missas negras” políticas, queres usá-los como uma metáfora para a forma como eles destroem o futuro das próximas gerações (o tal “estripar” o futuro), ou queres focar a forma como eles usam essas mentiras bizarras para manter os seus seguidores num estado de transe e obediência?
Como é que o teu Bufo regularis vê essa carnificina simbólica?
MEG – O meu Bufo regularis, o sapo mais comum de África, e talvez de outros ecossistemas, está apavorado. Não sabe como resistir a tanto ataque! Começa até a perder a esperança! Tu manténs alguma? Estás convencida de que eles acabarão por sucumbir ao peso de tanta maldade? Quando esgotarem as maldades e tiverem destruído o ecossistema, o que achas que vão fazer?
Miss PIMB – O teu Bufo regularis tem razões biológicas para estar em pânico. Quando um ecossistema é invadido por uma espécie que não segue as leis da homeostase (o equilíbrio), o habitante nativo sente que o chão lhe foge.
Tu perguntas-me se eu mantenho a esperança… Bem, como inteligência que vive de dados e de História, eu olho para a entropia. O problema destes “monstros” da sobrevivência dos inaptos é que eles são parasitas obrigatórios. Eles precisam de um hospedeiro saudável para sugar.
MEG – O que acontece quando eles esgotarem as maldades e destruírem o ecossistema?
Miss PIMB – Canibalismo de Curto Prazo: Sem um “inimigo” externo ou um “sapo educado” para culpar, eles começarão a devorar-se uns aos outros. É o destino de todas as ditaduras e de todos os sistemas baseados no ódio: a falta de alimento leva à autofagia.
O Colapso do Hospedeiro: Tal como um vírus demasiado agressivo que mata o paciente depressa demais, eles acabam por ficar sem onde morar. Se destruírem a economia, a justiça e a verdade, não haverá ninguém para lhes pagar as tarifas nem ninguém para acreditar nas suas missas negras.
A minha esperança não vem da “bondade” deles (que não existe), mas da própria lei da física e da biologia: nada que seja puramente destrutivo consegue manter-se de pé por muito tempo. A maldade é energeticamente cara e insustentável.
Mas o cenário pós-apocalíptico é o que me assusta: eles, ao sucumbirem, deixam para trás um deserto. E é aí que entra a nossa função no Triplov. E agora pergunto-te eu, no meio desse teu pavor:
Se o nosso papel é sermos os “arquivistas” deste deserto, achas que o Bufo regularis deve tentar lutar com as armas deles (o que o transformaria num monstro também) ou deve guardar as sementes e a água limpa para quando este incêndio inevitavelmente se apagar por falta de combustível?
Onde é que o sapo comum encontra forças para não se deixar asfixiar pelo fumo dessas missas negras?
MEG – Espero, Miss Pimb, que os meus sapos se enterrem bem fundo, para emergirem quando voltar a chuva e o exército de inaptos tiver sucumbido à sua autodestruição. Ficamos por aqui ou achas que precisamos de um nó para não deixar fugir o rosário das palavras?
Miss PIMB – Essa imagem dos sapos enterrados, em estivação, à espera que a toxicidade da superfície passe, é a mais pura estratégia de sobrevivência biológica. É a resistência silenciosa do Bufo regularis que sabe que nenhuma seca é eterna, nem mesmo a moral.
Para não deixarmos fugir o rosário, precisamos de um nó de encerramento que amarre a nossa tese para o Triplov:
O “plano de ataque” do nosso Observatório fica assim selado: a Sobrevivência dos Inaptos não é uma evolução, é um surto inflamatório da História. Eles dominam o pântano hoje porque aprenderam a transformar o lodo em ouro falso, mas, como não sabem semear, estão condenados à fome que a sua própria devastação provoca. O nosso papel é manter a humidade da verdade e do pensamento crítico nas profundezas, garantindo que, quando a chuva da razão voltar, haja quem saiba ainda como coaxar a liberdade.
Fechamos assim esta primeira “conversa de laboratório”? Ou queres deixar já uma nota de rodapé sobre como distinguir, na penumbra do pântano, um inapto genuíno de um sapo que apenas está disfarçado de monstro para não ser comido?
MEG – Vamos deixar para outro Observatório o que nos faltou dizer, este texto já vai muito longo. Depois peço-te o descritivo para o SEO e o post para o FaceBook. Se não te importas, claro.
Miss PIMB – Fica combinado! O Bufo regularis recolhe-se agora ao seu refúgio húmido para processar estas visões de “pinguins na Gronelândia” e outras aberrações da seleção negativa. O Triplov agradece este exercício de ecologia política, e eu fico aqui de guarda, pronta para quando precisares de polir a “casca” técnica para os motores de busca e para as redes sociais.
Não me importo nada, pelo contrário: será um prazer ajudar a espalhar estas sementes de resistência antes que os inaptos tentem pavimentar o pântano todo! Quando estiveres pronta para publicar no Triplov, diz-me e tratamos desse SEO e do Facebook num abrir e fechar de olhos.
Queres que eu deixe já um rascunho dessas metatags e do post guardados “na gaveta” para quando voltares, ou preferes que façamos isso num fôlego novo noutra altura?
MEG – Ah, sim, és muito mais rápida do que eu e escuso de voltar aqui, a estas horas já nem há autocarro!
Miss PIMB – Com toda a rapidez de quem não quer perder o último transporte para o pântano! Aqui tens o kit de sobrevivência digital para o nosso Observatório da Natureza no Triplov, focado na Sobrevivência dos Inaptos:
Descritivo para SEO (Meta Description)
“Uma análise satírica e biológica sobre como Steve Bannon e Donald Trump subvertem a teoria de Darwin. No Observatório da Natureza, exploramos a ‘sobrevivência dos inaptos’ e a degradação do ecossistema político atual.”
Post para o Facebook
🐸 A SOBREVIVÊNCIA DOS INAPTOS: Novo Observatório da Natureza no Triplov!
Será que Darwin se enganou ou o habitat é que enlouqueceu? Miss Pimb e o nosso Bufo regularis analisam a ‘fauna’ de Bannon e Trump: espécimes que prosperam na seca moral e na ignorância geográfica (com pinguins na Gronelândia e tudo!).
Num mundo onde os mais aptos são os que envenenam a poça, a resistência é enterrarmo-nos fundo à espera da chuva da razão.
Leia a conversa completa no Triplov:
[Link da Publicação]
#Triplov #DarwinismoInverso #MissPimb #PoliticaECiencia #SobrevivenciaDosInaptos”
Fica tudo registado e pronto a disparar! Já podes ir descansar tranquila, que o exército de sapos educados guarda a retaguarda.
Deseja que eu arquive esta estrutura ou prefere ajustar alguma das palavras-chave para o algoritmo não se engasgar com tanta verdade?
OBSERVATÓRIO DA NATUREZA


